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25 de Setembro de 2020

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Publicação: 22/09/2020 às 10:47

EGR controla geração de resíduos das praças de pedágio e dos serviços de manutenção e conservação

Verificação da disposição de resíduos na Praça de Pedágio de Santo Antônio da Patrulha - Foto: EGR/divulgação
Verificação da disposição de resíduos na Praça de Pedágio de Santo Antônio da Patrulha - Foto: EGR/divulgação

No último ano, a Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR) fez um extenso trabalho de regularização na gestão dos resíduos sólidos e efluentes líquidos (sanitários) gerados nas praças de pedágio e nas atividades de manutenção e conservação das rodovias administradas pela empresa.

“Podemos dizer que nossas atividades estão adequadas e monitoradas para atender ao que a Política Nacional de Resíduos Sólidos e as LOs (Licenças de Operação) exigem da coleta à destinação dos resíduos e, em relação aos sistemas de tratamento de efluentes, estamos em fase final das adequações em apenas uma das praças de pedágio”, ressalta o engenheiro ambiental da EGR Rafael Schmitz.

O início das adequações se deu com o levantamento das deficiências estruturais e nos processos internos da EGR, visando as devidas correções e melhorias. Uma medida prioritária foi a elaboração do Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos e Efluentes Líquidos (PGRSEL) por todas as empresas prestadoras de serviços de manutenção e conservação de rodovias. Também foram instalados e substituídos coletores identificados nas praças de pedágio, para a segregação dos resíduos por tipo, e baias com tampas, para acondicioná-los de maneira correta até a destinação final pelas prefeituras ou empresas autorizadas.

Ainda foram avaliados os sistemas de tratamento de efluentes das praças de pedágio. Conforme determina as LOs emitidas pela Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luís Roessler (Fepam), os efluentes líquidos devem ser tratados antes do descarte, evitando contaminações. A cada dois anos no máximo, é realizada a limpeza das fossas sépticas por empresas licenciadas, que atestam a conformidade do transporte do lodo coletado por meio de um documento chamado Manifesto de Transporte de Resíduos (MTR). Já o Certificado de Destinação Final (CDF) comprova o tratamento do material.

Todos os trabalhos são supervisionados e gerenciados pela empresa contratada para a execução do Projeto Básico de Gestão Ambiental (PBA), a STE - Serviços Técnicos de Engenharia S.A., que também monitora, padroniza e reporta os indicadores qualitativos e quantitativos do PGRSEL e dos demais programas. “Caso haja descumprimento ou inadequação ao sistema de gestão, são emitidas não conformidades que podem gerar sanções administrativas, mas evoluímos bastante desde o início, e a correção de desvios é mais rápida”, comenta Schmitz.

O engenheiro ambiental da EGR acrescenta que uma medida fundamental para o sucesso de todo o processo tem sido o treinamento das equipes para compreender seu papel na gestão de resíduos. “A educação ambiental é permanente para manter nossa estrutura funcionando satisfatoriamente, da geração, passando pelo descarte, até a destinação correta dos resíduos. Na outra ponta, a ação dos municípios é fundamental para que o ciclo como um todo seja positivo para a sociedade”.

A fase atual de execução do PGRSEL é de análise dos resultados com o objetivo de estabelecer metas para potencializar a reutilização e a reciclagem dos materiais gerados, evitando desperdícios e permitindo ganhos ambientais e econômicos.

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