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Publicação: 06/11/2020 às 15:03

Estudos do Programa de Monitoramento e Estabilização de Encostas e Taludes estão em fase de conclusão

Estudos estão em fase de conclusão - Foto: EGR/divulgação
Estudos estão em fase de conclusão - Foto: EGR/divulgação

Erosões e instabilidades em encostas e taludes nas marginais das rodovias são fatores de risco à segurança dos usuários e moradores lindeiros. Além de potenciais causadores de acidentes por desmoronamentos, geram impactos ambientais com o carreamento de sedimentos para o interior de cursos d’água. Faz parte do Projeto Básico de Gestão Ambiental (PBA) da Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR) o Programa de Monitoramento e Estabilização de Encostas e Taludes, que contém metodologia para mapeamento e monitoramento dos locais com instabilidade geotécnica e para a análise do estado de conservação das estruturas de contenção existentes. Tais levantamentos dão subsídios para a adoção de medidas preventivas e corretivas conforme as necessidades identificadas.

Uma equipe composta por geóloga e engenheiros da STE - Serviços Técnicos de Engenharia, responsável pela execução do PBA, já concluiu a inspeção de muros de gabião, cortinas atirantadas, muros de gravidade, enrocamentos e suas estruturas complementares, como canaletas de drenagem, dissipadores de energia, entre outras, nos mais de 900 quilômetros de rodovias administradas pela EGR. Nas vistorias, foram identificados o surgimento de patologias no concreto, problemas com o sistema de drenagem, presença de água ou umidade, desenvolvimento de vegetação arbustiva entre as juntas e outras análises específicas conforme a estrutura analisada.

A verificação dos taludes considera suas dimensões, inclinação e proximidade em relação à rodovia, a existência de cobertura vegetal e seu tipo (rasteira, arbustiva), sua formação (por rocha ou solo), se há indícios de deslizamentos ou movimentações em massa e, por fim, a gravidade da sua condição no que se refere à segurança do tráfego e às áreas lindeiras.

Segundo o engenheiro ambiental da EGR, Rafael Schmitz, está prevista para o mês de novembro a finalização das vistorias, com a análise da ERS-239. “Em paralelo, os pontos diagnosticados estão sob análise da área técnica da EGR em relação à maneira adequada com que cada local será devidamente tratado e recomposto, a fim de agir preventivamente e de modo mais adequado para a segurança de todos”, comenta o engenheiro.

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